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Confinamento – Alternativa para o período da seca na pecuária!


23/07/2018

O período da seca é literalmente um divisor de águas na bovinocultura de corte do Brasil: quanto mais extenso maiores as dificuldades para a produção animal. Nestas condições, quanto mais precavido for o produtor rural menores as chances de ter sua produção e seu lucro comprometidos.

Normalmente, no Brasil Central, as pastagens começam a perder seu valor nutritivo a partir dos meses de abril/maio quando os dias começam a ficar mais curtos, a temperatura mais baixa e as chuvas escassas. Este cenário se estende até os meses de setembro/outubro, compreendendo um período de cerca de cinco meses de seca, tido como o gargalo da pecuária de corte.

Uma forma de fugir dessa queda na produção é o confinamento: uma alternativa para quem não tem condições de engordar os animais na própria propriedade por falta de pasto, principalmente no período da seca. Com o confinamento, o produtor passa ter a garantia de engordar o animal para o abate sem correr o risco de ter que vender o animal abaixo do peso ideal por um preço muito baixo.

No sistema de “boitel”, prática adotada em vários países para a engorda de bovinos em confinamento, o produtor paga uma diária para cada animal confinado e, ao final do período de engorda, o pecuarista proprietário dos animais se encarrega de comercializar o boi gordo para o frigorífico de sua escolha.